sexta-feira, 14 de março de 2014

CAUSAS DE BAIXA ESTATURA (BE) EM NEONATAIS, CRIANÇAS, INFANTIS, JUVENIS, ADOLESCENTES COM ORIGEM EM DOENÇAS PEDIÁTRICAS CRÔNICAS COMO AS GASTROINTESTINAIS, RENAIS, CÁRDIO-PULMONARES ENTRE OUTRAS, SEMPRE DEVEM SER DESCARTADAS, POIS NA SEQUÊNCIA, SERÃO ENVOLVIDAS EM CONSTELAÇÕES DE DOENÇAS ENDOCRINOLÓGICAS COMPLEXAS QUE NÃO RARAMENTE SÃO CONFUNDIDAS EM HUMANOS. ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA–FISIOLOGIA–ENDÓCRINO–PEDIATRIA (SUB-ESPECIALIDADE DA ENDOCRINOLOGIA): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

Crescimento in foco; a atenção para explicar o crescimento insuficiente (baixa estatura-(BE)) terminando com reposições hormonais que devem ser rigorosamente indicadas por especialistas, isto porque, as complexidades de diagnósticos diferenciais serão o Zenith que nortearam a propedêutica específica clínica- laboratorial e instrumental, fazendo toda a diferença do resultado terapêutico e eventuais correções que possam minorar as consequências que podem ser vitalícias para esses pacientes. A avaliação clínica endocrinológica de crianças com (baixa estatura-(BE)) geralmente focaliza sua atenção para uma demonstração da presença ou deficiência do hormônio de crescimento (GH). Os testes laboratoriais são dirigidos para certificar uma resposta de estimulação presente ou ausente do hormônio de crescimento (GH), ou seja, a deficiência de hormônio de crescimento (GH) seria considerada quando, em resposta aos testes de estímulo, não for alcançada uma concentração sanguínea, definida arbitrariamente. Entretanto, algumas crianças que não se classificam como deficientes de hormônio de crescimento (GH) podem apresentar (baixa estatura-(BE)) devido à insensibilidade ou resistência ao hormônio de crescimento (GH). A resistência ao hormônio de crescimento (GH) pode surgir em uma variada gama de situações, sejam elas, genéticas ou adquiridas estas últimas apresentando-se na maioria das vezes, com fenótipos bem diversos das situações marcadas por alterações gênicas. Assim, podem tornar-se insensíveis ao hormônio de crescimento (GH) pacientes portadores de: desnutrição, estados inflamatórios, septicemia, falência dos órgãos e traumas. Aspectos laboratoriais comuns a estas duas formas, genética e adquirid, podem dificultar a definição de uma etiologia para o processo GH ↑, growth hormone binding protein (GHBP↓) , insulin-like growth factor 1 ( IGF-1↓) , IGFBP-3 ↓, níveis de IGF-1 após estímulo com hormônio de crescimento (GH) chamado teste de geração de IGF-1 ↓, IGFBP-3 protease ↓. 
Além destas diferenciações lembradas no diagnóstico da BE, é importante citar que nos processos inflamatórios pode ocorrer hiperprodução de citocinas e hormônios que podem afetar as vias de sinalização do hormônio de crescimento (GH). Um exemplo disto é o efeito eixo hipotálamo–hipófise-suprarrenal que estimulado por interleucinas inflamatórias gera aumento dos glicocorticóides que se admite seja um indutor da diminuição do número de receptores na superfície da célula por provocar um aumento da internalização dos receptores do hormônio de crescimento (GH) e, consequentemente, uma diminuição da fosforilação do JAK-STAT. Ou seja, um aumento na produção das citocinas pode inibir os efeitos do hormônio de crescimento (GH). Na maioria das vezes o foco da síndrome da insensibilidade ao GH (GHIS) está voltado para mutações do receptor do GH (GHR). A investigação genética do eixo GH- IGF-1–STAT tem demonstrado numerosas mutações em localizações diferentes. Tais mutações podem envolver a estrutura molecular do GH, a função do receptor do GH e até a síntese do IGF-1. Portanto, são várias as vias de sinalização que potencialmente podem levar a GHIS, lembrando ainda a interação com receptores das citocinas. O receptor da prolactina, eritropoietina, Interferon, interleucinas e o GHR pertencem à mesma família de proteínas transmembrana, ou seja, a superfamília dos receptores das citocinas, o que lhes confere moléculas transdutoras idênticas cruzando informações que vão intermediar os efeitos biológicos dos hormônios em diferentes situações fisiopatológicas. 
A importância para nosso entendimento em Fisiologia, Biologia Celular, Endocrinologia, Neuroendocrinologia, Imunologia, e outros mecanismos de distribuição de substâncias dentro e fora de nossas células, recebeu em 2013 uma nova luz no mecanismo perfeito de distribuição de substâncias complexas, através do envio adequado ou os efeitos comprometedores patológicos advindos de um possível caos da incorreção de tal distribuição para o organismo de humanos. Esta luz perfeita tem atores no mundo científico da pesquisa de ilibada percepção: mecanismos de regulação do tráfego de substâncias através de vesículas, um sistema de transporte importante em nossas células, O Prêmio Nobel de 2013 em Fisiologia ou Medicina é atribuído ao Dr. James E. Rothman, Dr. Randy W. Schekman e Dr. Thomas C. Südhof por suas descobertas de mecanismos vesiculares de regulação do tráfego, um grande sistema de transporte em nossas células, uma logística esclarecedora. As suas descobertas explicam um longo enigma em biologia celular e também lança uma nova luz em distúrbios como estes mecanismos podem ter efeitos deletérios e contribuem para condições tal como doença neurológica, diabetes mellitus doença endocrinológica, disfunções de diversos hormônios, como GH-hormônio de crescimento, e outros receptores, insulina e eventual comprometimento de seu mecanismo, como a resistência periférica e distúrbios imunológicos, que vem dar um norte para nossa melhor entronização nas complexidades biológicas e fisiológicas.



CHILD, CHILDREN, YOUTH WITH LOW HEIGHT IN GRAVE INSENSITIVITY GH-GROWTH HORMONE.

CAUSES OF LOW HEIGHT (BE) IN NEONATAL, CHILD, CHILDREN, YOUTH, ADOLESCENTS WITH ORIGIN IN PEDIATRIC CHRONIC DISEASES LIKE GASTROINTESTINAL, RENAL, CARDIOPULMONARY LIMITATION, ALWAYS BE DISCARDED BECAUSE FOLLOWING WILL BE INVOLVED IN CONSTELLATION OF DISEASES ENDOCRINOLOGICAL COMPLEX THAN SELDOM ARE DISTRACTED IN HUMANS. ENDOCRINOLOGY-NEUROENDOCRINOLOGY-ENDOCRINE PHYSIOLOGY-PEDIATRICS-(SUB-SPECIALTY ENDOCRINOLOGY): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

Growth in focus, attention to explain the poor growth (low height-(BE )) ending with hormone replacement that must be strictly indicated by experts, this is because the complexities of differential diagnosis will be the Zenith that guided the specific clinical and laboratory workup and instrumental, making all the difference in therapeutic outcome and any corrections that might mitigate the consequences can be lifelong for these patients. 

A clinical endocrinological evaluation of children (low height-(BE)) generally focuses its attention to demonstration of the presence or deficiency of growth hormone (GH). Laboratory tests are run to ensure a response from present or absent stimulation of growth hormone (GH), i.e., deficiency of growth hormone (GH) would be considered when, in response to stimulation tests, a concentration is not reached blood, defined arbitrarily. However, some children who do not qualify as disabled of growth hormone (GH) may have (low height-(BE)) due to resistance or insensitivity to growth hormone (GH). The resistance to growth hormone (GH) can arise in a wide range of situations, whether, genetic or acquired latter presenting most often with very different phenotypes of situations characterized by genetic alterations. So, can become insensitive to growth hormone (GH) patients: malnutrition, inflammatory conditions, sepsis, organ failure, and trauma. Common to these two forms , genetics and laboratory aspects acquired, may hamper the definition of an etiology for the process ↑GH, growth hormone binding protein (GHBP↓), insulin-like growth factor 1 (IGF-1↓), IGFBP-3↓ levels of IGF-1 after stimulation with growth hormone (GH) called IGF - 1 generation test↓, ↓IGFBP-3 protease. Besides these differences remembered in the diagnosis of BE, it is important to mention that in inflammatory processes overproduction of cytokines and hormones that can affect the signaling pathways of growth hormone (GH) may occur. An example of this effect is the axis hypothalamus-pituitary-adrenal stimulated by inflammatory interleukins that generates increased glucocorticoids which are judged to be an inducer of decreasing the number of receptors on the cell surface to cause an increase in receptor internalization of growth hormone (GH) and, consequently, a decrease in phosphorylation of the JAK -STAT. That is, an increase in the production of the cytokines can inhibit the effects of growth hormone (GH). Most often the focus of GH insensitivity (GHIS) syndrome is facing mutations in the GH receptor (GHR). The genetic investigation of the GH-IGF-1 axis STAT mutations has been shown in numerous different locations. Such mutations may involve the molecular structure of GH, the GH receptor function and to the synthesis of IGF-1. 
Therefore, a number of signaling pathways that can potentially lead to GHIS, noted interaction with cytokine receptors. The prolactin receptor, erythropoietin, interferon, interleukins and GHR belong to the same family of transmembrane proteins, or the cytokine receptor super family which confers transducing molecules across the same information that will mediate the biological effects of hormones in different situations pathophysiological. The importance for our understanding Physiology, Cell Biology, Endocrinology, Neuroendocrinology, Immunology, and other mechanisms of distribution of substances in and out of our cells, received in 2013 a new light in the perfect distribution mechanism of complex substances, by sending appropriate or compromising the pathological effects arising from a possible chaos of the incorrectness of such distribution to the human body. This light has great actors in the scientific research world unblemished perception: mechanisms of regulation of substances vesicles traffic through a system of important transport into our cells, the Nobel Prize 2013 in Physiology and Medicine is awarded to Dr. James E. Rothman, Dr. Randy W. Schekman and Dr. Thomas C. Südhof for his discoveries of vesicular traffic regulation mechanisms, a great transportation system in our cells, an enlightening logistics. Their findings explain a long enigma in cell biology and also sheds a new light on disorders such as these may have deleterious effects and contribute to conditions such as neurological disease, diabetes mellitus, endocrine diseases, disorders of various hormones such as growth hormone-GH and other receptors, insulin and possible impairment of its mechanism, as peripheral resistance and immune disorders, coming north to give our best enthronement in the biological and physiological complexities.


Dr. João Santos Caio Jr. 

Endocrinologia – Neuroendocrinologista 

CRM 20611


Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna 
CRM 28930

Como saber mais:
1. O estrogênio aumenta o cortisol plasmático secundariamente a um aumento da globulina que liga corticosteróide, podendo resultar em uma supressão inadequada com dexametasona...
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com.

2. Apesar de parecer um paradoxo, devido à importância do glicocorticóide promove uma situação exótica, através de suas supressões inadequadas...
http://longevidadefutura.blogspot.com

3. As fenotiazidas podem reduzir a resposta do GH-hormônio de crescimento à hipoglicemia e levodopa e frequentemente causam hiperprolactinemia;...
http://imcobesidade.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H.V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; MacRae VE, Wong SC, Farquharson C, Ahmed SF. Ações de citocinas em distúrbios do crescimento associados a doenças inflamatórias crônicas pediátricas (revisão). Int J Mol Med. 2006; 18 (6) :1011-8; Mahan JD, Warady BA. Avaliação e tratamento da baixa estatura em pacientes pediátricos com doença renal crônica: uma declaração de consenso. Nephrol Pediatr. 2006; 21 (7) :917-30; Trials norte-americana Pediatric renal e estudos colaborativos (NAPRTCS): relatório anual. O transplante renal, diálise, insuficiência renal crônica.2006; Seikaly MG, Salhab N, Gipson D, Yiu V, D. Stablein estatura em crianças com doença renal crônica: análise de banco de dados NAPRTCS. Nephrol Pediatr. 2006; 21 (6) :793-9; Mahesh S, Kaskel F. Crescimento eixo hormonal na doença renal crônica. Nephrol Pediatr. 2008, 23 (1) :41-8; Tönshoff B, Kiepe D, Ciarmatori S. Crescimento hormônio sistema fator de crescimento / insulin-like em crianças com insuficiência renal crônica. Nephrol Pediatr. 2005; 20:279-89; Schaefer F, Veldhuis JD, Robertson WR, Dunger D, K. Scharer imunorreativa e hormônio luteinizante bioativo em pacientes púberes com insuficiência renal crônica. Cooperativa Grupo de Estudos sobre o Desenvolvimento puberal em Insuficiência Renal Crônica. Kidney Int. 1994; 45:1465-76; Belas RN, Kohaut CE, Brown D, AJ Perlman. Crescimento após o tratamento de hormônio de crescimento humano recombinante em crianças com insuficiência renal crônica: relato de um estudo multicêntrico randomizado, duplo-cego, controlado por placebo. Genentech Cooperative Study Group. J Pediatr. 1994; 124:374-82; Hokken-Koelega A, Mulder P, De Jong R, Lilien M, Donckerwolcke R, Groothof J. Os efeitos a longo prazo do tratamento de hormônio do crescimento no crescimento e puberdade em pacientes com insuficiência renal crônica. Nephrol Pediatr. 2000; 14:701-6; Haffner D, F Schaefer, Nissel R, Wuhl E, Tönshoff B, Mehls O. Efeitos do tratamento com hormônio de crescimento sobre a altura adulta de crianças com insuficiência renal crônica. Grupo de Estudo alemão para Growth Hormone Tratamento na Insuficiência Renal Crônica.N Engl J Med. 2000; 343:923-30.


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